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5 DICAS PARA EXPORTAR MAIS RÁPIDO NO PREMIERE

10 de maio de 2019

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5 DICAS PARA EXPORTAR MAIS RÁPIDO NO PREMIERE

Fala pessoal! Como vocês devem saber, após as filmagens, cortes de edição, créditos, gráficos, chega o momento crucial da sua produção: Exportar! Todos nós já sentimos na pele como isso funciona e ver aquela barra de progresso caminhando lentamente chega a ser torturante, não é mesmo?

Obviamente, atualizar a sua máquina pode ajudar e muito neste processo. Entretanto, quando você lida com um monte de conteúdo e exporta várias vezes por dia, qualquer minuto que você economiza se soma e, no final da semana, você pode acabar economizando muito tempo e criando um workflow mais produtivo.

Dessa forma, para garantir que você aproveite ao máximo sua ilha de edição, Jordy Vandput, da Cinecom.net, listou cinco dicas para acelerar o seu tempo de exportação no Premiere Pro CC. Assista abaixo (em inglês):

Dicas para exportar mais rápido no Premiere

1. As pré-visualizações

Ao criar uma nova sequência (ou se já tiver uma criada), basta clicar com o botão direito do mouse sobre ela e ir para as configurações de sequência. Note que há um menu suspenso para o formato de arquivo de visualização. Entre todas as opções disponíveis lá, é altamente recomendável optar por um codec de alta qualidade que permita editar de forma a não sobrecarregar muito o processador.

O Premiere Pro CC usará essas configurações para criar uma visualização. Portanto, quando renderizar alguns efeitos, o Premiere economizará tempo simplesmente utilizando os arquivos existentes.

2. Adobe Media Encoder

Você deve ter notado que, juntamente com o Premiere quando o instalou, ele veio em um pacote com o Adobe Media Encoder, um aplicativo independente que pode ser usado para codificar sequências do Premiere ou para converter arquivos entre diferentes formatos. A versão mais antiga usa o Adobe Dynamic Link , mas se você tiver os aplicativos atualizados, poderá importar e abrir nativamente as sequências do Premiere para fazer sua exportação.

É uma opção útil porque permite que um render seja executado em segundo plano enquanto você continua trabalhando no Premiere. Além disso, você pode fazer uma fila com um monte de clipes e deixá-los processando durante a noite, por exemplo. Por padrão, tanto a importação de seqüência nativa quanto a codificação acelerada por H.264 devem ser ativadas, mas sempre vale a pena verificar se esse é o caso das configurações atuais.

3. Codecs

O H.264 é um codec que funciona bem em quase todos os casos. Você pode encontrá-lo em Blu-rays, arquivos de câmeras digitais, entre outros. Isso porque ele fornece arquivos leves, mas com qualidade decente, muito bom para streaming e para enviar pela web. Contudo, muitos de nós não vamos muito a fundo nos detalhes de configuração dos codecs como a taxa de bits.

Você verá que existem duas opções principais, CBR e VBR , Taxa de Bits Constante e Taxa de Bits Variável, respectivamente. O primeiro é a opção mais rápida, o Premiere vai processar o vídeo com a mesma taxa de bits, não importando o tipo de quadro que está sendo renderizado. Já o outro irá variar dependendo da complexidade e do movimento nos quadros.

Lembre-se também de manter a taxa de bits no nível certo, quanto mais alto você for, mais tempo levará. Como regra geral, nunca ultrapasse o bitrate do material de origem. Tenha sempre em mente que o YouTube sugere um valor de 8 para seus arquivos HD.

4. Linha do tempo

Durante a edição, costumamos empilhar muitos clipes em trilhas diferentes, de modo a ter espaço livre para mover os clipes quando necessário. É uma prática comum, embora alguns editores da velha escola possam desaprová-lo, e parece que seu raciocínio pode ser válido.

Ao exportar, o Premiere contabiliza as partes dos clipes não visíveis, mas ainda presentes em sua linha do tempo. Ou seja, se você quiser uma renderização mais rápida, talvez seja melhor reduzir sua linha do tempo a uma trilha de vídeo sempre que possível. O atalho Alt + Seta para baixo será útil para isso.

5. Escala

Ao gravar e editar em 4K, você já deve ter notado que, ao clicar com o botão direito do mouse no clipe na linha do tempo, há duas opções disponíveis: definir como tamanho do quadro e dimensionar para o tamanho do quadro.

OK, mas qual a diferença entre as duas opções? Bem, quando você seleciona Scale to frame size, o clipe é interpolado para a nova dimensão. Isso pode ser bastante útil caso você não vá escalar mais aquela imagem. Por outro lado, ao escolher Set to frame size, o Premiere aplica um efeito de escala para as imagens. Dessa forma, ele preserva as dimensões existentes do arquivo original.

Numa situação do mundo real, não parece haver muita diferença entre os dois. O que faz a diferença real é quando a escala é feita manualmente no painel de controle de efeitos de forma manual. Esse fluxo de trabalho é bastante pesado na CPU, resultando em menor tempo na hora de exportar.

Conte para nós abaixo nos comentários o que você achou destas dicas! Já conhecia algumas delas? Tem alguma outra que você usa para economizar tempo ao exportar seu material? Conta pra gente também!

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